Letra de música criada em setembro de 2009. Espero que gostem :)
Gosto do certo e do incerto
Gosto da falta e do excesso
Gosto do nada e gosto do muito
Gosto do raso, gosto do fundo
Gosto do sim, gosto do não
Gosto da boca, da mão na mão
Gosto da língua passando o pescoço
Eu gosto do corpo
Eu sou assim, sem passado ou futuro
Eu sou assim, do tempo e do mundo
O meu presente dura um segundo
Eu faço de tudo
Então, me dá a tua mão e vem caminhar
Nessa estranha onde nada é lugar
Tudo é vazio é rua é chão,
Você e eu um acaso ou não, na mesma direção
Se eu sou certa, se eu sou perigosa
Se eu sou feia, se eu sou gostosa
Se estou melhor no fim eu pioro
Se hoje eu rezo, amanhã ignoro
Então me dá a tua mão
Vamos caminhar nessa rua deserta
Vamos passear pelo que te cerca
Vem, vem me conhecer,
É só pagar pra vê
Te faço feliz, depois e arrepender!
Gosto do azul, gosto de vermelho
Gosto do branco, mas prefiro o preto
Posso ser cura, posso ser veneno
Hoje te quero, amanhã nem te lembro
Não quero o que posso
O que eu não posso também
Não sou do acaso, eu não caso ninguém
Não sou juíz, não sou padre não faço o bem
Se você quiser a gente pode misturar
Eu com as minhas coisas e você no seu lugar
Se você quiser a gente pode ser feliz
Você com suas tristezas, e eu que sou aprendiz
tristeza só do que não Fiz!
terça-feira, 4 de maio de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Nada Normal
Letra de uma Música, espero que gostem ;)
Sou cheia de tolices, sou robusta e engraçada
Tenho um tom irônico, mas no fundo sei ser amada
Baby, não se assuste com essa minha cara de mal
Só faço o que quiser, sou desse jeito
Nada normal
Jogue pela janela teus medos e certezas
Tranca bem a porta pro amor não escapar
Não vamos falar da nossa vida, isso é besteira
Pois essa noite o que vale é amar
Então vai, então vem
Amar é um vicio, eu viciei meu bem
Então vem, então vai
Eu quero você, sem mas.
Sou ignorante, eu sou depravada
Sei sou toda torta, sei sou toda errada
E nessa brincadeira foi assim que eu te fisguei
Sem rumo, sem lógica, sem regra, sem lei
Eu sou complicada te botei numa roubada
Te mostrei o amor de uma maneira inusitada
Nada ter certeza, tudo tem razão
Se você deixar vou prender teu coração
Eu sei sou estranha, eu sei eu sou à toa
Baby eu sou assim, se puder me perdoa.
Então vai, então vem
Amar é um vicio, eu viciei meu bem
Então vem, então vai
Eu quero você, sem mas.
sábado, 10 de abril de 2010
Como eu vejo...
domingo, 4 de abril de 2010
Um tom coloquial ;)

.. e quanto mais eu pensava, mais
você me tornava imune à minha razão
Entreguei o que eu sentia com os olhos
Entreguei quem eu era com um beijo
Vi-me perdida, entregue
Não expliquei pra mim o que se passava, nem saberia dizer
Não sabia onde estava, quem eu era mais
Mas eu estava ali, acolhida,
Num refugio Jamais imaginado.
Tiraste de mim a decência de um ermo
Colocaste em mim a nobreza de uma paixão
Me arremataste em fúria,
Me acalmaste em paz
Me fizeste viva.
E assim foi : vivi, me perdi, te encontrei
sábado, 3 de abril de 2010
Carrego

'Carrego nos lábios um sorriso mal feito.
Nos olhos lágrimas perdidas.
Carrego choros de despedidas,
e esperanças no amanhã.
Carrego no coração um amor guardado;
Escondido de todos, escondido de mim!
Carrego nas mãos marcas da vida, a vontade de querer.
Trago em mim o melhor que pude e o pior que não pude.
Trago em mim pedaços de você '
quarta-feira, 31 de março de 2010
Resta-me
O que me resta é um lápis na mão, uma folha em branco
E linhas intensas no coração
Restam-me lembranças felizes e a dor que existe de um
Tempo que não volta
Resta-me uma explosão revelada,
Um assumir descarado
De uma paixão desmedida
Restam-me lágrimas de uma despedida, de um adeus
Previsto, mas não quisto
Resta-me ir, seguir.
Resta-me andar por todos os lugares
E os pesares de um querer
Resta-me você em mim, sem corpo, sem som, só traços
Brancos, lápis e coração.
Resta-me você, eu, sentimento que machuca e acalma
Restam-me papel e alma.
E linhas intensas no coração
Restam-me lembranças felizes e a dor que existe de um
Tempo que não volta
Resta-me uma explosão revelada,
Um assumir descarado
De uma paixão desmedida
Restam-me lágrimas de uma despedida, de um adeus
Previsto, mas não quisto
Resta-me ir, seguir.
Resta-me andar por todos os lugares
E os pesares de um querer
Resta-me você em mim, sem corpo, sem som, só traços
Brancos, lápis e coração.
Resta-me você, eu, sentimento que machuca e acalma
Restam-me papel e alma.
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