Fui encontrar a velhice, encontrar as rugas, mas elas não eram para agora
Fui encontrar o anel, a aliança, mas elas não eram para agora
Entendi que isso é arte do tempo, responsabilidade do destino, presente do Céu.
E se estiver certa, como meus tão meus sentimentos dizem,
vou te encontrar, mesmo o amor não sendo para agora!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Auto conhecimento
Ninguém precisa entender o que se passa em teu coração
Deixar qualquer coisa pela metade é perder o preto do branco
é perder o rio do mar. É se perder!
Não sei ao certo se diante de tantos encontros, um desencontro seja real
Também não sei se ele não seja necessário
Se entender o outro perpassa por mim
eu não entendo quase nada!
Preferir ser o que sinto do que ter a graça de não sentir nada
Alguns chamam isso de vontade, eu chamo de amor!
Deixar qualquer coisa pela metade é perder o preto do branco
é perder o rio do mar. É se perder!
Não sei ao certo se diante de tantos encontros, um desencontro seja real
Também não sei se ele não seja necessário
Se entender o outro perpassa por mim
eu não entendo quase nada!
Preferir ser o que sinto do que ter a graça de não sentir nada
Alguns chamam isso de vontade, eu chamo de amor!
terça-feira, 27 de março de 2012
Isso é loucura!
terça-feira, 13 de março de 2012
Norte

Segura as minhas mãos; Não sei ao certo por que ficam assim.
Na verdade nada fica no seu lugar
Nenhuma parte de mim tem um controle meu
Segura minhas mãos,
Não sei ao certo por que ficam assim
Deve ser culpa de algum trovador que me toca aos ouvidos
Deve ser culpa de algum silêncio que se instala na noite
Segura minhas mãos, eu não sei por que ficam assim
Acho que o vento é o réu
Ainda me assusto em saber que ele te sopra como norte
segunda-feira, 12 de março de 2012
O que te escapa...
O que te escapa, que te escape pelos olhos,
só eles tem direito a perdão...
Se for erro, a alma releva, se não, o coração agradece.
Que o que te escape seja tolo, mas denso.
É triste que o leve fuja, ele conforta, é amigo das horas inúteis, é a alegria de uma manhã sem sol.
Que o que te escapa seja só teu, o dos outros nunca nos escapam, só não se tornam nossos!
só eles tem direito a perdão...
Se for erro, a alma releva, se não, o coração agradece.
Que o que te escape seja tolo, mas denso.
É triste que o leve fuja, ele conforta, é amigo das horas inúteis, é a alegria de uma manhã sem sol.
Que o que te escapa seja só teu, o dos outros nunca nos escapam, só não se tornam nossos!
O valor de um sim

Não pedirei que entenda, qualquer sentido em questão perdi seu valor
Não escreverei nenhuma carta que diga o contrário do que quero dizer
É difícil ir contra, contra ao amor que se tem por seu próprio amor.
Não pedirei que discuta seus termos, valores ou questões
Se aceito a ternura que teus olhos me trazem, não pedirei explicações
(ELAS NUNCA CABEM)
Não te pedirei nada.
Me oferece o que tens e o que queres que com isso, quem sabe, um dia,
eu te explico o valor do meu Sim!
Voltei!
Não sei ao certo o que me fez voltar a escrever, acredito que as palavras se tornaram distante de mim por um tempo...
Voltei para elas ou elas voltaram, ainda não consigo entender.
Que tomem seu rumo, que trilhem em mim!
domingo, 6 de março de 2011
Não seremos perfeição
Alguém me disse, em outras palavras, que tudo que viria de alguém
não seria de o estranhar, pelo simples fato de que o ser humano
se comporta como uma caixa de possibilidades que não se limita
a coisas boas ou ruins. Qualquer possibilidade, todas!
Creio que isso não é de todo errado.
"Metemos os pés pelas mãos" sem notar,
fazemos erros e ao cometê-los a vontade que temos
é de tentar gritar, correr, consertar...
Quando acertamos.. AH! ai se torna comum,
é a nossa obrigação fazer o certo.
Mas não dá para acertar sempre e "GRITAR" é constante.
Somos erros, acertos, medidas, vazios..
Somos nada e ,tão pouco, muito, somos tanto e tudo.
Somos tão maiores do que vemos e, por vezes, de um tamanho
que nunca saberemos.
Ele tinha alguma razão...
O que esperar de alguém?
O que alguém é capaz de fazer?
Como sempre digo, e lá no fundo de alguma forma ratifico o que ele diz,
espere pelo que não pode te fazer feliz, pois se ela (FELICIDADE)
vier você sai em beneficio, se ela não vier, você, de algum modo,
já tinha se preparado.
Diante de tudo, das suas histórias, da sua vida...
O certo e o errado se confundi quando não se conhece o que se senti,
o que é bom ou ruim se bifurcam no mesmo ponto
em que se separam e se aproximam dois que se conhecem, mas se estranham.
Se o que vem do homem (Parafraseando Terêncio) não lhe é estranho
é só por que não seremos perfeição, meu bem!
Ela? Não existe ;)
não seria de o estranhar, pelo simples fato de que o ser humano
se comporta como uma caixa de possibilidades que não se limita
a coisas boas ou ruins. Qualquer possibilidade, todas!
Creio que isso não é de todo errado.
"Metemos os pés pelas mãos" sem notar,
fazemos erros e ao cometê-los a vontade que temos
é de tentar gritar, correr, consertar...
Quando acertamos.. AH! ai se torna comum,
é a nossa obrigação fazer o certo.
Mas não dá para acertar sempre e "GRITAR" é constante.
Somos erros, acertos, medidas, vazios..
Somos nada e ,tão pouco, muito, somos tanto e tudo.
Somos tão maiores do que vemos e, por vezes, de um tamanho
que nunca saberemos.
Ele tinha alguma razão...
O que esperar de alguém?
O que alguém é capaz de fazer?
Como sempre digo, e lá no fundo de alguma forma ratifico o que ele diz,
espere pelo que não pode te fazer feliz, pois se ela (FELICIDADE)
vier você sai em beneficio, se ela não vier, você, de algum modo,
já tinha se preparado.
Diante de tudo, das suas histórias, da sua vida...
O certo e o errado se confundi quando não se conhece o que se senti,
o que é bom ou ruim se bifurcam no mesmo ponto
em que se separam e se aproximam dois que se conhecem, mas se estranham.
Se o que vem do homem (Parafraseando Terêncio) não lhe é estranho
é só por que não seremos perfeição, meu bem!
Ela? Não existe ;)
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Já faz 3 semanas...
Bem, se eu não durmir cedo e nem tão pouco sono eu tive,
não foi culpa das inúmeras xícaras de café que tomei por não conseguir parar
de escrever, acho que a culpa é do que estou escrevendo. Olho ao redor
e vejo paredes, livros, algumas bebidas e poucos ruidos-minha casa está vazia.
Não sei o que me deu, mandei você sair, deixar as chaves, levar seus traços
e me deixar ficar só, e sem resistência assim o fez.
Pensei: nada!! ele volta, mas já se passaram 3 semanas e nem sinal.
Peguei o telefone,mas não tive coragem. Mandar mensagem?
Não sei o que dizer!
Estão, resolvir comprar uma planta- me dizeram que faz bem, é vida!-,
mas estou com um leve desconfiar!
O tempo tá passando, as minhas roupas estão cada vez mais amassadas e nem
sequer me dou ao trabalho de mudar meu cabelo. Estou cansada!!!
Bem, meu amigos batem na minha porta e decido não abrir, não quero vê ninguém, nem a mim- não me olho no espelho há 3 semana. Estou um trapo!!
Mas hoje eu resolvir descer, ir ao mercado-comprar mais café- vi um rosto longe
cansado, te vi!! Você olhou e ,como se não acreditasse, me viu!
veio até mim disse:
-Como vai?
"era só vê minha cara-EU NÃO ESTAVA BEM!"
Respondi que estava bem..
Ele sorriu, e com um tom leve me disse:
-Vou buscar meus discos, esqueci dois de Chico, eu não posso deixa-los.
Me acompanhou até em casa e nada dissemos a não ser: estou trabalhando muito,
eu mencionei o fato de está cada vez escrevendo mais; ele disse
que isso era bom!
A conversa ficou quieta...
Quando abrir a porta ele olhou um espaço tão jogado que antes era cheio de cores e amores.
Não acreditando me perguntou o que se passava ali.
Eu não tive tal coragem, calada continuei..
Ele foi em direção aos dicos...
Colocondo a nossa música "Samba e amor" de Chico Buarque, me deu um sorriso
e começou a arrumar um canto que era de canto e de paz.
Ajudei sem nem ao menos saber direito o que fazia.
Ao terminar, sem dizer nada, ele entrou no quarto e a suite ,sem por quê,
o esperava. Tomou um banho, saiu e disse:
-Está cansada?
"estava sempre cansada, meu coração estava cansado"
Eu tremia e quase que de susto respondir que não
Ele sugeriu que eu me arrumasse como antes, e meu espelho virado, revirou
Quando me vi não acreditei em quem eu era, envelheci uns 5 anos, 5 anos!!
Tomei um banho...
Sai, cheguei a sala, ele segurava um martini e me disse pra sentar
e colocou a nossa canção, mais uma vez..
Mandou eu não me preocupar com o tempo, com o som, com nada..
Um beijo surgiu!!
Fizemos samba e amor a noite inteira, e ele sorriu, e durmiu...
Pela manhã, ao acordar, ele não estava
em seu lugar havia um bilhete que dizia:
-Querida, fui passear, preciso pensar, mas se eu voltar, volto mais seu!
Já faz 3 semanas, ele não voltou!!
"Texto criado dia 9 de fevereiro de 2011"
não foi culpa das inúmeras xícaras de café que tomei por não conseguir parar
de escrever, acho que a culpa é do que estou escrevendo. Olho ao redor
e vejo paredes, livros, algumas bebidas e poucos ruidos-minha casa está vazia.
Não sei o que me deu, mandei você sair, deixar as chaves, levar seus traços
e me deixar ficar só, e sem resistência assim o fez.
Pensei: nada!! ele volta, mas já se passaram 3 semanas e nem sinal.
Peguei o telefone,mas não tive coragem. Mandar mensagem?
Não sei o que dizer!
Estão, resolvir comprar uma planta- me dizeram que faz bem, é vida!-,
mas estou com um leve desconfiar!
O tempo tá passando, as minhas roupas estão cada vez mais amassadas e nem
sequer me dou ao trabalho de mudar meu cabelo. Estou cansada!!!
Bem, meu amigos batem na minha porta e decido não abrir, não quero vê ninguém, nem a mim- não me olho no espelho há 3 semana. Estou um trapo!!
Mas hoje eu resolvir descer, ir ao mercado-comprar mais café- vi um rosto longe
cansado, te vi!! Você olhou e ,como se não acreditasse, me viu!
veio até mim disse:
-Como vai?
"era só vê minha cara-EU NÃO ESTAVA BEM!"
Respondi que estava bem..
Ele sorriu, e com um tom leve me disse:
-Vou buscar meus discos, esqueci dois de Chico, eu não posso deixa-los.
Me acompanhou até em casa e nada dissemos a não ser: estou trabalhando muito,
eu mencionei o fato de está cada vez escrevendo mais; ele disse
que isso era bom!
A conversa ficou quieta...
Quando abrir a porta ele olhou um espaço tão jogado que antes era cheio de cores e amores.
Não acreditando me perguntou o que se passava ali.
Eu não tive tal coragem, calada continuei..
Ele foi em direção aos dicos...
Colocondo a nossa música "Samba e amor" de Chico Buarque, me deu um sorriso
e começou a arrumar um canto que era de canto e de paz.
Ajudei sem nem ao menos saber direito o que fazia.
Ao terminar, sem dizer nada, ele entrou no quarto e a suite ,sem por quê,
o esperava. Tomou um banho, saiu e disse:
-Está cansada?
"estava sempre cansada, meu coração estava cansado"
Eu tremia e quase que de susto respondir que não
Ele sugeriu que eu me arrumasse como antes, e meu espelho virado, revirou
Quando me vi não acreditei em quem eu era, envelheci uns 5 anos, 5 anos!!
Tomei um banho...
Sai, cheguei a sala, ele segurava um martini e me disse pra sentar
e colocou a nossa canção, mais uma vez..
Mandou eu não me preocupar com o tempo, com o som, com nada..
Um beijo surgiu!!
Fizemos samba e amor a noite inteira, e ele sorriu, e durmiu...
Pela manhã, ao acordar, ele não estava
em seu lugar havia um bilhete que dizia:
-Querida, fui passear, preciso pensar, mas se eu voltar, volto mais seu!
Já faz 3 semanas, ele não voltou!!
"Texto criado dia 9 de fevereiro de 2011"
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Não, meu bem!
Não meu bem, eu não acordei com outro tom,
não fiz rascunho dos textos guardados, nem tão pouco gritei na janela
as músicas que escondo de mim
Não meu bem, eu não estou em uma fase tão boa,
não falei das pessoas, nem jurei amar alguém
Ah! meu bem, se eu resumisse em um verso
o deserto que se encontra nesse coração
pequeno que você me diz que tenho, levantaria mais cedo
compraria um charuto e iria rir do mundo
por dele não fazer parte
Quem me dera não caber ninguém nas lembranças que finjo não ter
Quem me dera não guardar retratos, nem fotografar fatos que insisto em tentar não querer.
Quem me dera me embalar em rimas,
me ungir em sons, e Amar você!
Não meu bem, eu não estou com outro som, foi só um dia cinza que abriu-se
em cores e dos meus amores eu já sei cantar!
não fiz rascunho dos textos guardados, nem tão pouco gritei na janela
as músicas que escondo de mim
Não meu bem, eu não estou em uma fase tão boa,
não falei das pessoas, nem jurei amar alguém
Ah! meu bem, se eu resumisse em um verso
o deserto que se encontra nesse coração
pequeno que você me diz que tenho, levantaria mais cedo
compraria um charuto e iria rir do mundo
por dele não fazer parte
Quem me dera não caber ninguém nas lembranças que finjo não ter
Quem me dera não guardar retratos, nem fotografar fatos que insisto em tentar não querer.
Quem me dera me embalar em rimas,
me ungir em sons, e Amar você!
Não meu bem, eu não estou com outro som, foi só um dia cinza que abriu-se
em cores e dos meus amores eu já sei cantar!
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Então...

Os nossos passos se cruzam em ruas estreitas,
e os nossos olhos não se atrevem a se olharem.
Terminamos nossos dias com a explosão de entrelinhas
que pertubam o sono e exarcam de dúvidas um caminho
já tão marcado.
Nos embreagamos de palavras não ditas
de esperanças e dúvidas, de desejo, de medo
Então,somos os traços desmarcados das regras que a vida desconhece
Somos o delírio dos loucos ao fim da noite
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Quando

Quando olhei um passado nada distante, mas que se curva afastando de minhas mãos,
lembrei de cada palavra, cada olhar.
Quando pensei em tudo, senti que nada fugiu da verdade, nada
esqueceu de fincar, de criar raíz.
Mas nossos caminhos entrelaçaram ruas distantes,
que se estreitam nas antigas marcas, mas fogem dos, ainda, tão recentes sentimentos.
Quem somos? Quem nos tornamos?
De você hoje sei pouco, de mim menos ainda,
mas não esqueço que qualquer mulher que se forma a cada dia
nas veias de um corpo que tanto te quis
leva os traços que deixaste.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Seguindo...

Não entrega a tua felicidade a ninguém,
Entendi isso quando na ânsia de amar, o fiz.
E a dor cobriu uma
alegria que guardava nos olhos.
O coração fragiliza, o corpo machuca.
Quando não se pode olhar nos olhos de quem se quer,
por qualquer motivo.
Quando não se pode tocar, falar
o sentimento deve ser findado.
E nessa tentativa que seguir se tornou obrigação.
Quando o querer se aproxima da loucura,
apaixonar-se se transforma em dor.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Antes de mais nada,
Durante Muito tempo eu fiquei sem escrever, talvez por que sentia
que qualquer escrita fosse revelar o que transbordavam em meu peito, ou por -Muita- preguiça --'. Descuidar do blog não me orgulha,resolvi então... Voltar ;)
Obrigado a todos que continuaram a me seguir, tentarei fazer meu melhor :D
Beijos, Arteira ♫
que qualquer escrita fosse revelar o que transbordavam em meu peito, ou por -Muita- preguiça --'. Descuidar do blog não me orgulha,resolvi então... Voltar ;)
Obrigado a todos que continuaram a me seguir, tentarei fazer meu melhor :D
Beijos, Arteira ♫
terça-feira, 4 de maio de 2010
Gosto,
Letra de música criada em setembro de 2009. Espero que gostem :)
Gosto do certo e do incerto
Gosto da falta e do excesso
Gosto do nada e gosto do muito
Gosto do raso, gosto do fundo
Gosto do sim, gosto do não
Gosto da boca, da mão na mão
Gosto da língua passando o pescoço
Eu gosto do corpo
Eu sou assim, sem passado ou futuro
Eu sou assim, do tempo e do mundo
O meu presente dura um segundo
Eu faço de tudo
Então, me dá a tua mão e vem caminhar
Nessa estranha onde nada é lugar
Tudo é vazio é rua é chão,
Você e eu um acaso ou não, na mesma direção
Se eu sou certa, se eu sou perigosa
Se eu sou feia, se eu sou gostosa
Se estou melhor no fim eu pioro
Se hoje eu rezo, amanhã ignoro
Então me dá a tua mão
Vamos caminhar nessa rua deserta
Vamos passear pelo que te cerca
Vem, vem me conhecer,
É só pagar pra vê
Te faço feliz, depois e arrepender!
Gosto do azul, gosto de vermelho
Gosto do branco, mas prefiro o preto
Posso ser cura, posso ser veneno
Hoje te quero, amanhã nem te lembro
Não quero o que posso
O que eu não posso também
Não sou do acaso, eu não caso ninguém
Não sou juíz, não sou padre não faço o bem
Se você quiser a gente pode misturar
Eu com as minhas coisas e você no seu lugar
Se você quiser a gente pode ser feliz
Você com suas tristezas, e eu que sou aprendiz
tristeza só do que não Fiz!
Gosto do certo e do incerto
Gosto da falta e do excesso
Gosto do nada e gosto do muito
Gosto do raso, gosto do fundo
Gosto do sim, gosto do não
Gosto da boca, da mão na mão
Gosto da língua passando o pescoço
Eu gosto do corpo
Eu sou assim, sem passado ou futuro
Eu sou assim, do tempo e do mundo
O meu presente dura um segundo
Eu faço de tudo
Então, me dá a tua mão e vem caminhar
Nessa estranha onde nada é lugar
Tudo é vazio é rua é chão,
Você e eu um acaso ou não, na mesma direção
Se eu sou certa, se eu sou perigosa
Se eu sou feia, se eu sou gostosa
Se estou melhor no fim eu pioro
Se hoje eu rezo, amanhã ignoro
Então me dá a tua mão
Vamos caminhar nessa rua deserta
Vamos passear pelo que te cerca
Vem, vem me conhecer,
É só pagar pra vê
Te faço feliz, depois e arrepender!
Gosto do azul, gosto de vermelho
Gosto do branco, mas prefiro o preto
Posso ser cura, posso ser veneno
Hoje te quero, amanhã nem te lembro
Não quero o que posso
O que eu não posso também
Não sou do acaso, eu não caso ninguém
Não sou juíz, não sou padre não faço o bem
Se você quiser a gente pode misturar
Eu com as minhas coisas e você no seu lugar
Se você quiser a gente pode ser feliz
Você com suas tristezas, e eu que sou aprendiz
tristeza só do que não Fiz!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Nada Normal
Letra de uma Música, espero que gostem ;)
Sou cheia de tolices, sou robusta e engraçada
Tenho um tom irônico, mas no fundo sei ser amada
Baby, não se assuste com essa minha cara de mal
Só faço o que quiser, sou desse jeito
Nada normal
Jogue pela janela teus medos e certezas
Tranca bem a porta pro amor não escapar
Não vamos falar da nossa vida, isso é besteira
Pois essa noite o que vale é amar
Então vai, então vem
Amar é um vicio, eu viciei meu bem
Então vem, então vai
Eu quero você, sem mas.
Sou ignorante, eu sou depravada
Sei sou toda torta, sei sou toda errada
E nessa brincadeira foi assim que eu te fisguei
Sem rumo, sem lógica, sem regra, sem lei
Eu sou complicada te botei numa roubada
Te mostrei o amor de uma maneira inusitada
Nada ter certeza, tudo tem razão
Se você deixar vou prender teu coração
Eu sei sou estranha, eu sei eu sou à toa
Baby eu sou assim, se puder me perdoa.
Então vai, então vem
Amar é um vicio, eu viciei meu bem
Então vem, então vai
Eu quero você, sem mas.
sábado, 10 de abril de 2010
Como eu vejo...
domingo, 4 de abril de 2010
Um tom coloquial ;)

.. e quanto mais eu pensava, mais
você me tornava imune à minha razão
Entreguei o que eu sentia com os olhos
Entreguei quem eu era com um beijo
Vi-me perdida, entregue
Não expliquei pra mim o que se passava, nem saberia dizer
Não sabia onde estava, quem eu era mais
Mas eu estava ali, acolhida,
Num refugio Jamais imaginado.
Tiraste de mim a decência de um ermo
Colocaste em mim a nobreza de uma paixão
Me arremataste em fúria,
Me acalmaste em paz
Me fizeste viva.
E assim foi : vivi, me perdi, te encontrei
sábado, 3 de abril de 2010
Carrego

'Carrego nos lábios um sorriso mal feito.
Nos olhos lágrimas perdidas.
Carrego choros de despedidas,
e esperanças no amanhã.
Carrego no coração um amor guardado;
Escondido de todos, escondido de mim!
Carrego nas mãos marcas da vida, a vontade de querer.
Trago em mim o melhor que pude e o pior que não pude.
Trago em mim pedaços de você '
quarta-feira, 31 de março de 2010
Resta-me
O que me resta é um lápis na mão, uma folha em branco
E linhas intensas no coração
Restam-me lembranças felizes e a dor que existe de um
Tempo que não volta
Resta-me uma explosão revelada,
Um assumir descarado
De uma paixão desmedida
Restam-me lágrimas de uma despedida, de um adeus
Previsto, mas não quisto
Resta-me ir, seguir.
Resta-me andar por todos os lugares
E os pesares de um querer
Resta-me você em mim, sem corpo, sem som, só traços
Brancos, lápis e coração.
Resta-me você, eu, sentimento que machuca e acalma
Restam-me papel e alma.
E linhas intensas no coração
Restam-me lembranças felizes e a dor que existe de um
Tempo que não volta
Resta-me uma explosão revelada,
Um assumir descarado
De uma paixão desmedida
Restam-me lágrimas de uma despedida, de um adeus
Previsto, mas não quisto
Resta-me ir, seguir.
Resta-me andar por todos os lugares
E os pesares de um querer
Resta-me você em mim, sem corpo, sem som, só traços
Brancos, lápis e coração.
Resta-me você, eu, sentimento que machuca e acalma
Restam-me papel e alma.
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